Segredos de uma ninfomaníaca

Se você, mulher, gostar de sexo ao ponto de considerar isso um vício…

Então, provavelmente, és uma ninfomaníaca!!!
Se eu gostar de sexo, sou ninfomaníaca?

Gostar de sexo é normal e até desejável para manter uma vida equilibrada em todos os sentidos. No entanto, quando desejos começam a fazer parte da vida de uma pessoa, mais do que o normal, em casos mais graves trazendo prejuízos para o indivíduo, chamamos isso de vício. O ponto que divide uma pessoa que gosta de sexo e uma ninfomaníaca, é que a ninfomaníaca não apenas gosta de sexo, ela é viciada em sexo!!!
É genético? Nasce assim?
Pessoas com esta condição, muitas vezes apresentam uma ou várias parafilias e uma libido gigante e frequente em sua vida. Manifesta-se já na mais tenra infância, onde a criança tem seu primeiro contato com a masturbação, sem qualquer estímulo externo. Se há causas genéticas, ainda não há estudos conclusivos nesse tópico específico.
O que é parafilia?
Segundo a DSM-IV (manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais da American Psychiatic Association, 4ª edição de 1994) Parafilia é assim definida: “consiste de fantasias, anseios sexuais ou comportamentos recorrentes, intensos e sexualmente excitantes, em geral envolvendo objetos não humanos, sofrimento ou humilhação, próprios ou de parceiros ou de crianças ou de outras pessoas sem o seu consentimento. Requer-se ainda para o diagnóstico que esses anseios e/ ou as fantasias causem sofrimento clinicamente significativos ou prejuízo no funcionamento social,  profissional ou em áreas importantes da vida do indivíduo”.
A origem da palavra Parafilia é: Para = fora do normal, oposição + Philos = amante, que tem afinidade, atraído por. Assim Parafilia consiste em um desvio em relação ao ato sexual normal, também chamado na Psicanálise como perversão.
Em linhas gerais o efeito da Parafilias se assemelha ao do TOC (transtorno obsessivo compulsivo) devido às forças impulsionadoras que em alguns casos são as mesmas: Motivadas compulsivamente e, portanto, sem controle.
Na Parafilia o indivíduo modifica a forma de viver sua sexualidade podendo atuar de forma apenas um pouco diferente, ou podendo chegar a uma atuação descontrolada, o que pode levar a prejuízos nas mais diversas áreas de sua vida. Tais comportamentos podem iniciar de maneira discreta e aumentar gradativamente até atingir níveis elevados, podendo chegar a uma patologia sem controle, comprometendo o indivíduo em seu desenvolvimento psicológico, emocional, relacional e até profissional.
O que a biologia diz?
É sabido estar envolvida na modulação das respostas comportamentais aos estímulos que ativam as sensações de recompensa através do neurotransmissor dopamina.
Não há consenso entre os especialistas sobre as causas da hipersexualidade, e muitos fatores etiológicos têm sido propostas. Algumas pesquisas sugerem que alguns casos podem estar ligados a alterações bioquímicas ou fisiológicas que acompanham a demência. Necessidades psicológicas também complicar a explicação biológica, que identifica o lobo temporal / frontal do cérebro como a área de regulação libido. Pessoas que sofrem de lesões a esta parte do cérebro estão em maior risco para o comportamento agressivo e outros problemas comportamentais, incluindo mudanças de personalidade e comportamento sexual socialmente inadequado, como hipersexualidade. O mesmo sintoma pode ocorrer após lobectomia temporal unilateral.
Não são outros fatores biológicos que se encontram associados com hipersexualidade tais como alterações pré-menstrual, e a exposição a hormonas virilizantes na infância ou no útero. Deve notar-se que também podem haver causas psicológicas para esta condição. Hipersexualidade, nestes casos, pode estar relacionada com o desejo de intimidade com outra pessoa. Muitas vezes, esse desejo é expresso de forma inadequada. Este pode ser, mais uma vez, relacionada com o estado de demência. Como esta doença progride, a perda de auto-estima é muitas vezes inevitável. A perda da função cognitiva, como resultado desta doença podem ser compensados através de hipersexualidade.
  
Existe tratamento?
Em uma pesquisa envolvendo o uso de anti-andrógenos para reduzir o comportamento sexual indesejável, como hipersexualidade, a testosterona é necessário, mas não suficiente, para a unidade sexual. Outros fatores propostos incluem a falta de proximidade física e esquecimento do passado recente. A aceitação do paciente como é/foi também é uma parte importante do tratamento.
MITO
Costuma-se achar que pessoas com Hiperssexualidade sofreram algum abuso físico ou sexual durante sua fase de crescimento, porém já sabe-se que não há qualquer relação entre haver abuso e causar diretamente hiperssexualidade, embora algumas pessoas que sofram de abusos físicos/sexuais venham, mais tarde, ter uma vida hiperssexualidade ou mesmo ser assexualizada.
By | 2017-11-10T12:02:31+00:00 agosto 4th, 2016|Categories: Sem categoria|0 Comentários

Sobre o Autor:

Deixar Um Comentário

This Is A Custom Widget

This Sliding Bar can be switched on or off in theme options, and can take any widget you throw at it or even fill it with your custom HTML Code. Its perfect for grabbing the attention of your viewers. Choose between 1, 2, 3 or 4 columns, set the background color, widget divider color, activate transparency, a top border or fully disable it on desktop and mobile.

This Is A Custom Widget

This Sliding Bar can be switched on or off in theme options, and can take any widget you throw at it or even fill it with your custom HTML Code. Its perfect for grabbing the attention of your viewers. Choose between 1, 2, 3 or 4 columns, set the background color, widget divider color, activate transparency, a top border or fully disable it on desktop and mobile.